quarta-feira, 13 de maio de 2009

O Ano da Peste Negra


O Ano da Peste Negra
da autoria de
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada


A peste negra é provocada por um micróbio que os cientistas modernos chamaram Pasteurella Pestis. Esse micróbio vive no estômago ou no sistema circulatório da pulga. Esta aloja-se no pêlo de um roedor, com preferência pela ratazana preta.
A doença transmite-se pela mordedura das pulgas e o nome da peste negra justifica-se porque à volta das mordeduras alastrava uma mancha negra, que hoje se sabe que é grangrena.
Além disso, os gânglios das virilhas e dos sovacos inchavam muito, formando grandes bubões que se tornavam também negros e abriam em ferida.
Esta doença era altamente contagiosa. As pessoas de todas as raças, de ambos os sexos e de todas as idades podiam apanhar peste negra. Até os animais domésticos adoeciam.
Os primeiros sintomas eram dores de cabeça muito fortes, arrepios e vómitos. A cara adquiria uma expressão especial, devido ao olhar brilhante provocado por febres altíssimas. A língua cobria-se de uma camada de sarro amarelo e o doente tinha muita sede. Os bubões só apareciam ao terceiro dia.
Quando a peste assumia a “forma pulmonar”, ou seja, quando os pulmões eram atacados, o doente tinha tosse, cuspia sangue e não havia hipótese nenhuma de se salvar. Morria em poucos dias e o mais certo era ter pegado a doença a todas as pessoas com quem tivera contacto.
Além dessa forma, havia ainda a “forma septicemia”, que era quando as bactérias invadiam rapidamente a corrente sanguínea. Nestes casos, o doente sentia os primeiros sintomas de peste, e morria poucas horas depois.
A peste negra matou milhões de pessoas. Morreram famílias inteiras e houve aldeias que se despovoaram. No entanto, algumas pessoas não apanharam peste. Outras, muito poucas, apanharam e curaram-se. A febre nesse caso baixava devagarinho e os bubões e as manchas desapareciam a pouco e pouco.
Toda a gente considerava essas curas um milagres.
A Ana e o João mergulharam nesta época fatídica e, com o famoso Orlando, viveram momentos de grande emoção, envolvendo-se com uma quadrilha que pilhava casas desertas sem do nem piedade...
A Bruna Francisca fez o resumo do livro cuja leitura aconselha .
(Enviado pela Prof.ª Ilda Silva.)

A Nascente de Tinta



A Nascente de Tinta


de Pedro Seromenho Rocha

Tudo começa quando, um dia, Gonçalo mergulha no Oceano e conhece criaturas marinhas espectaculares. É nessa altura que ele fica a saber do problema dos chocos que ficaram sem tinta e podem morrer. A única forma de os salva é ir até a Ilha do Garfo e encontrar a Nascente de Tinta.
O Gonçalo decide lançar-se numa viagem contra o tempo e vai explorar lugares como o Reino das Letras, o Reino das Mãos, a Colina dos Desejos e o Deserto das Ideias. Ao longo desta viagem, o Gonçalo vai fazer amizade com personagens muito estranhas como a Formiga-Torrão e a perigosa Cobra-Escorrega. Vai viver aventuras extraordinárias, que nos vão ensinar a acreditar sempre em nós.
Letícia Gomes, nº 19, 5º J ( Escola André Soares)
Biografia do autor

Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu sob a constelação de gémeos em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde reside actualmente.
Embora se tenha formado em Economia, desde muito cedo demonstrou excepcionais apetências pelo universo da escrita e da pintura, colaborando em inúmeras publicações e exposições como escritor e ilustrador.
Com o lançamento do romance “Nascente de Tinta”, o autor dá finalmente os seus primeiros passos num mundo de sonho e de imaginação que está ao alcance das crianças e dos adultos.
Trata-se do início de uma longa caminhada que, prevendo-se ora difícil ora gratificante, será sempre levada a cabo com prazer. Aliás, como o próprio autor adianta, este é o único caminho a tomar:
“No dia em que descobri este novo imaginário, redescobri-me por completo. Não fazia ideia do enorme prazer que é comunicar com o público jovem. De facto, são eles que me exigem uma escrita mais criativa e também sensorial. E o resto é fácil. É sonhar.”
Letícia Gomes ( Escola André Soares), enviado pela Prof.ª Ilda Coelho

domingo, 10 de maio de 2009

A Erva Milagrosa



Titulo: A Erva Milagrosa
Autora: Rosa Lobato Faria
Ilustrações: Rita Antunes
Editora: Oficina do Livro

A Violeta é uma menina que vai passar as férias a casa dos avós no Alto Minho. O Giló é o neto da cozinheira dos avós da Violeta. Ficaram amigos no primeiro dia em que se conheceram. Nesse dia pediram autorização para explorar a biblioteca do avô da Violeta já que partilhavam o gosto pela leitura. Nessa noite quiseram conhecer a Fada dos Livros que morava no Sótão. A Fada dos Livros fê-los viajar no livro “A Erva Milagrosa”. Chegaram a um país onde conheceram, entre outros, os Azulitos Voadores, o Rei e a Princesa Tulipa. A Princesa Tulipa tem uma doença esquisita: cai-lhe o cabelo todo num dia e nasce todo, de novo, no dia seguinte em sentido contrário com as unhas. Com os conhecimentos da avó do Giló, que é de Cabo Verde, eles prontificam-se a ajudar a curar a Princesa. A tarefa deles vai ser procurar a Erva Milagrosa que a avó do Giló usa nos seus remédios caseiros. Depois de o conseguirem e a Princesa beber o remédio e ficar curada, tiveram como prémio o dom de viajarem por dentro de todos os livros que lessem.
O livro “A Erva Milagrosa” lê-se de um só fôlego e é uma viagem mágica e cheia de criatividade. A escritora consegue ensinar e mostrar ao leitor quão divertido é ler um livro. Como primeira leitura é verdadeiramente impulsionadora a outras novas aventuras…

Maria João Mogadouro Lopes
5.º A – N.º 16

terça-feira, 5 de maio de 2009

Uma Aventura no Ribatejo


Uma Aventura no Ribatejo

Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Umas notícias de OVNIS na zona de Santarém, despertaram as gémeas Teresa e Luísa. Perante a expectativa de encontrarem OVNIS, as gémeas e os amigos Chico, Pedro e João decidiram ir acampar para a zona de Santarém. Depois de terem tido vários contra-tempos com o comboio no qual iriam até Santarém e na carrinha onde apanharam boleia. Como andavam desamparados avistaram uma casa no meio do campo e foram pedir auxílio. As pessoas foram muito amáveis e deixou que o grupo de amigos passa-se lá a noite.
No dia seguinte rumaram a Santarém e pararam numa pastelaria típica da zona onde encontraram uma tia afastada das gémeas de Santarém que lhes deu a conhecer a cidade. Quando o grupo explicou à tia a razão de terem ido até Santarém ela associou a aparição dos OVNIS a vários roubos de gado na mesma zona.
No dia seguinte o grupo rumou a uma quinta onde haviam roubado gado, para ver se encontravam pistas, mas a única coisa que encontraram foi uma vaca morta no meio do campo. Passado algum tempo apareceu o responsável pela quinta, que ficou estupefacto com o que tinha acontecido ao bovino. Depois de terem montado a cavalo decidiram voltar ao parque de campismo, mas como queriam descobrir pistas foram ao escritório do dono da quinta, suspeitando do envolvimento do mesmo nos roubos de gado. Depois de entrarem no escritório pela janela, vasculharam a agenda do proprietário, que tinha escrita marcas e foram para a esquadra, mas nesta o polícia deixou-os sair inocentes.
Depois desse episódio, seguiram para a casa da tia das gémeas. Contaram-lhe o que se tinha passado e ela achou que as marcas na agenda estavam relacionadas com os roubos de gado. O Pedro procurou ainda no mapa o nome de uma terra que tinha visto na agenda e acabou por concluir que ficava junto à fronteira espanhola. Depois de reunirem as informações, chegaram à conclusão que aquele iria ser o local do próximo roubo. Combinaram, ainda, com a tia das gémeas que no fim de semana seguinte iriam lá voltar, porque naquele dia iriam voltar para Lisboa. A semana que se seguiu ao acampamento foi uma impaciência porque todos os elementos do grupo queriam voltar a Santarém.
Na semana seguinte, quando chegaram a Santarém, uma surpresa desagradável os esperava, a tia das gémeas estava com febre e eles teriam de prosseguir as investigações sozinhos. Quando chegaram à possível terra do roubo, avistaram um senhor num quiosque que se mostrava muito interessado com os roubos de gado. O grupo achou o homem suspeito, mas prosseguiu, indo investigar um local onde haviam avistado objectos voadores, que por sinal, era a terra indicada na agenda do possível assaltante. Nesse local havia dois barracões e o grupo, num acto corajoso, entrou num deles. Lá dentro encontraram projectores que mostravam imagens de objectos voadores. De repente, entra no barracão o homem do quiosque. Este explica ao grupo que é um investigador privado e que foi contratado pela tia das gémeas para os auxiliar. De seguida, encaminharam-se para o helicóptero do investigador e esperaram até anoitecer para apanharem os assaltantes. Quando anoiteceu e o helicóptero levantou voo, conseguiram avistar vários homens a conduzir gado pelos campos e, de imediato, apareceram jipes da polícia para cercar os homens. Uma vez desvendado mistério dos OVNIS o investigador e o grupo de amigos explicaram à população dos locais dos roubos que os objectos voadores que eles viam eram projectados pelo projector e serviam para os despistar enquanto os ladrões roubavam o gado.



Miguel Cunha, 6ºE ( Escola André Soares)

O Menino Que Não Gostava de Ler


O Menino Que Não Gostava de Ler

de Susanna Tamaro


O dia do oitavo aniversário de Leopoldo, tinha sido infeliz, à semelhança dos aniversários anteriores. Todos os anos Leopoldo recebia livros o que o deixava frustrado. No ano anterior a mãe dele preocupada com os maus resultados escolares tinha ido a um psicólogo e este dissera que se tratava de um caso de Papirofobia tendo os jogos de vídeo e a televisão a culpa da doença.
Os pais do Leopoldo perante a doença proibiram que o rapaz visse televisão e obrigaram-no a ler todos os dias, mas sempre que Leopoldo pegava num livro via um monte de palavras todas baralhadas e não consegui lê-las. Mas o facto de ter de ler irritava o rapaz e ele não queria viver assim. Perante essa situação Leopoldo decidiu sair de casa. Depois de ter apanhado um autocarro, foi ter a um parque, onde conheceu um senhor que era cego. Este à semelhança de Leopoldo quando era mais jovem tinha fugido de casa e tinha dado inúmeras voltas ao mundo. O senhor só lamentava uma coisa na vida dele, que era o facto de não ter terminado de ler um livro. Para concretizar o desejo do senhor, foram a uma livraria procurar o livro. Depois de terem encontrado o livro, o senhor pediu ao Leopoldo para o ler, mas Leopoldo não conseguiu. O senhor chegara à conclusão de que o rapaz necessitava de uns óculos, perante essa situação dirigiram-se a casa de Leopoldo. Os pais de Leopoldo estupefactos com a situação, decidiram ir comprar os óculos o mais rápido possivel.
Durante essa noite Leopoldo leu o livro para no dia seguinte explicar ao senhor a história.

Miguel Cunha, 6ºE ( Escola André Soares)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Um Cheirinho de Canela


Um cheirinho de Canela”
da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Colecção: Viagens no Tempo

A história começa quando os irmãos João e Ana, juntamente com o seu avô, o Orlando, embarcaram numa viagem no tempo.
O destino havia sido um compartimento escuro onde estavam guardadas as mais variadas jóias e especiarias. Estavam no século XVI, na sala onde guardavam as mercadorias vindas do Oriente, na Casa da Índia.
Ao tentarem escapar da sala, foram capturados por uns guardas. Foram presos logo de imediato, mas no caminho para a prisão, Orlando e João conseguiram escapar, mas a Ana não tivera a mesma sorte. No dia seguinte Ana acordou numa prisão, onde conheceu Guiomar, uma rapariga que tinha um plano, para libertar-se a ela, à Ana e às restantes prisioneiras, da prisão.
No entanto, João e Orlando haviam escapado quando os guardas travavam uma briga, correram imenso até ficarem em segurança. Pararam junto de uma peixeira que lhes indicou um local, onde poderiam passar a noite.
No dia seguinte acordaram e aperceberam-se que tinham um “colega de quarto”, era o Mafaldo. Algum tempo depois, uma senhora avisou-os para se irem embora, mas antes de se irem embora, começaram a fazer um plano para salvar a Ana. O plano consistia em disfarçarem-se de mercadores, ir ao palácio da rainha e pedir para libertarem a rapariga.
Mas entretanto, ao passarem na rua, depararam-se com um cortejo, onde a corte de D. Manuel, ricamente vestida e acompanhada de animais exóticos, se mostrava ao povo.
Algum tempo depois, dirigiram-se aos aposentos da rainha com o objectivo de pedir para libertar a Ana, mas, para ninguém desconfiar deles, iriam também vender algumas sedas e tecidos.
Ambos os objectivos, se realizaram, ou seja, venderam os tecidos e a rainha aceitou o pedido de libertação de Ana.
Na prisão, Ana e Guiomar haviam feito uma poção mágica, e deram-na aos guardas, fazendo-os cair tontos no chão, então as prisioneiras, aproveitaram-se e fugiram a sete pés. Ana e Guiomar refugiaram-se em casa de Guiomar, e disfarçaram-se de rapazes. Foram para a rua, até que a certa altura se depararam com João, Orlando e Mafaldo. Entre uma troca de beijos e abraços, apareceu um mercador, dizendo que Orlando, João e Mafaldo haviam roubado os trajes que traziam e algumas sedas (aquelas que tinham vendido à rainha).
Puseram-se em fuga, mas os guardas apanharam Orlando, que tinha ficado para trás. O grupo refugiou-se em casa de Mafaldo. No dia seguinte, Mafaldo informou os amigos que alguns prisioneiros iriam embarcar num barco com destino a S. Tomé.
Na altura do embarque, o grupo tentava procurar Orlando, no meio dos prisioneiros, até que o grupo o avistou. Um homem de capuz negro, com a cara tapada, ordenou a Ana e João, que entrassem no barco juntamente com o Orlando. Qual a surpresa deles, quando o homem tira o capuz, era o Takichiro, um cientista japonês, conhecido de Orlando.
Muito apressado, encaminha-os para um canto, onde com um comando, activa a máquina do tempo, retornando-os ao século XX.


Miguel Cunha, 6ºE ( resumo ) Enviado pela Professora Fernanda Tavares

Uma Viagem ao Tempo dos Castelos



Uma Viagem ao Tempo dos Castelos

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações de Arlindo Fagundes
Editorial CaminhoColecção «Viagens no Tempo», n.º 1

(Obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura )



Ana e João são irmãos mas muito diferentes. Ela é uma rapariga ajuizada e sensata, ele bastante disparatado e impulsivo.
Apesar disso entendem-se às mil maravilhas. Nas férias foram passar uns dias à quinta de uma tia na serra do Marão.
Tanto na quinta como na aldeia as pessoas andavam alvoraçadas por causa de um homem com fama de bruxo que se instalara no castelo.
Em vez de ficarem com medo, decidiram ir dar uma espreitadela e a surpresa não podia ter sido maior: o velho era cientista, chamava-se Orlando e pertencia à AIVET, a fabulosa Associação Internacional de Viagens no Espaço e no Tempo. Tinha uma máquina nas caves e convidou-os para darem um mergulho ao tempo dos castelos. Eles aceitaram sem saber o que os esperava.
Poucos segundos depois já cavalgavam em florestas infestadas de lobos acompanhando uma caçada ao javali. Mas a viagem reserva-lhes muitos outros momentos de perigo e emoção e um encontro inesquecível com o jovem Afonso Henriques em vésperas de se tornar o primeiro rei de Portugal.

Comentário:
Uma Viagem ao tempo dos Castelos é uma obra agradável que atrai facilmente os pequenos leitores quer pelo espírito aventureiro, que desperta neste nível etário, quer pela curiosidade em “participar” na “viagem” ao tempo do nosso primeiro rei. É ao mesmo tempo uma obra interessante porque contém referências a muitos episódios da História, associados aos conteúdos que os alunos trabalham nas aulas de H.G.P, situando-os na época e ao mesmo tempo permitindo que eles se divirtam ao “recuarem” ao passado.

A Professora:
Ilda Silva